Seguimos eu, Paulinha, e a Dona Edith Marques, da Serenda Idade, para a Univale ontem a noite para a abertura da I jornada de história. A professora Marilene Tuller, deu-nos uma grande aula de como se constrói mitos. A época,1963. O lugar, Ipatinga. O nome do seu livro: "O Massacre de Ipatinga"-Mitos e Verdades. A conjuntura, pré 1964. Ensaio sombrio do que viria em março do ano seguinte.
Anexo uma foto do lançamento do livro na Livraria Leitura
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Meu filho caçula, Thales, veio me dizendo ontem, altas horas que agora vai torcer pro Fluminense, meu time do coração. Deve ser por causa do jogo com o Palmeiras. Meu tricolor ganhando, ajuda o Cruzeiro velho de guerra. Entendido!
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E o Ipatinga na série A do Brasileirão! Algumas lições: organização, seriedade, profissionalismo!
Dá pra enxergar bons exemplos, não precisa nem abrir muito os olhos!!



Um comentário:
Prezado amigo Jaime. Eis que tenho o prazer de parabeniza-lo pela seriedade do blog.Embora não habite mais a "princesinha empoeirada" do Vale, continuo acreditando que uma GV melhor é possível. Canais midiáticos de interlocução, exposição de idéias e debates são poderosos instrumentos de conscientização. A propósito, mais que uma "Jornada da História", o curso de História da Univale, que me perdoem meus colegas de profissão, carece urgentemente de renascer das cinzas. Infelizmente não posso adotar a máxima de Marc Bloch de que se a história não serve para nada pelo menos nos diverte. Ela é instrumento de mudança de valores, de reavaliação de nossas atitudes e omissões, desejos e ideais enquanto "cidadãos". Espero em breve poder experimentar novamente o lado divertido da história. Neste momento vivemos uma conjuntura angustiante e decisiva para os rumos do saber, do ofício e do conhecimento histórico.
Abraços
Juno
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