domingo, 20 de setembro de 2009

Jornada Mineira de Patrimônio Cultural en GV

A comunidade é a melhor guardiã do seu patrimônio. Com este lema todos os participantes desta ação promovida pelo IEPHA estão realizando várias intervenções nas áreas culturais no estado de Minas. Aqui no Vale do Rio Doce, tem exposições, música, dança, encontros e muito mais. Nossa exposição de parte do arquivo Mário Rocha, primeiro vereador e intendente em Figueira do Rio Doce, está sendo um sucesso. Fotos e documentos textuais que contam um pouco da história deste Vale entre as décadas de 20 e 40 do século passado. De segunda à sexta, no anexo da Câmara Municipal, 1º andar. Todos convidados.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

"A Vida não tem rascunho"

Passados tantos eventos nos últimos meses e de maneira tão frenética e avassaladora, sentí na memória uma conversa com minha amiga Niza, da Secretaria de Educação e muito próxima de amigos comuns da Academia Valadarense de Letras . Ela dizia que havia escrito um poema onde trabalhava com a impossibilidade de se rascunhar o nosso dia-a-dia. Tudo o que fazemos Jaime, dizia ela, está feito: A vida não admite rascunho! Fiquei a pensar. Creditei boa parte de razão para a minha amiga educadora e poetisa bissexta. Pode ser que a nossa vida seja uma bela folha corrida, sem tempo de ser rascunhada. Ou mesmo uma sofrível folha em branco em busca de coerência, ações e algo a ser escrito e a necessitar emendas. O certo parece, é que a vida sempre nos surpreende com a impossibilidade de reviver os acertos das folhas já escritas e também nos desafia a olhar para trás, não reeditando os equívocos, mas praparando para os novos.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Cultura e desenvolvimento

Mais viagens e projetos nas cidades do Vale do Rio Doce. O estudo e compreensão do fenômeno da emigração é objetivo de um projeto financiado pela Fundação Banco do Brasil em Valadares e região. Impressiona o impacto que a emigração causa nas famílias, nas pessoas e na sociedade como um todo. Uma região alimentada pelos dólares enviados pelos que foram, conquistados à base de severas jornadas de trabalho e de muita ausência. É hora de discutirmos uma nova agenda de desenvolvimento para a região do Vale do Rio Doce. Defendo colocar a cultura como chave nesse novo processo de crescimento. Focar no ser humano e nas suas singularidades, vivências e práticas. Implementar medidas integradoras que possibilitem o acesso ao trabalho, geração de renda, á cultura, á qualidade de vida.

segunda-feira, 31 de março de 2008

De volta

Estou de volta. Depois de algum tempo de férias forçadas e de um período de planejamento intenso para colocar em execução projetos na área de pesquisa sobre a emigração regional, bem como atender vários editais de projetos nas àreas cultural e social. O momento é de acontecimentos múltiplos e simultâneos e estes, decisivos para a cidade e a região do Vale do Rio Doce.
Oportunidade para um outro post de amanhã. Dia primeiro, de abril.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Pra iniciar a semana

Iniciando a semana , deixo todos na companhia do Canto de Ossanha de Baden Powell:

sábado, 12 de janeiro de 2008

Compromisso com a Cultura

Outdoor pela cidade em "defesa" da lei


Reunião especial na câmara pelo "cumprimento" da lei de incentivo à cultura

Não é retrospectiva. Mas é compromisso assumido por nós que lutamos pela cultura da cidade.
Vamos completar dois anos sem lei de incentivo em GV. Muitos recordam do movimento cultural em defesa da lei de incentivo em 2006 e 2007. Garanto que vou voltar neste assunto com mais detalhes.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Identidade e Cultura no Vale do Rio Doce

Sempre acreditei que a história e a cultura de um povo são elementos de coesão e de base essencial para a sua própria existência e desenvolvimento. Nosso Estado, Minas Gerais, é berço exemplar de multiplicidades e singularidades. Guimarães Rosa também empreendeu sua viagem pelas várias Minas para decifrar este mistério único e plural. Drummond peregrinou caminhos diversos e nunca renegou o claro raio ordenador Mineiro que lhe completava. Minas é assim, passando pela riqueza de seu patrimônio Cultural defendida de maneira original e pioneira por Rodrigo de Mello Franco com a criação e direção do SPHAN nos anos 1930 e por tantas mentes e corações geniais que perfazem e delineiam os caminhos da mineiridade. Somos assim, únicos no múltiplo, fonte libertária e conciliadora e templo de construção permanente com bases sólidas.
Estou muito feliz! Explico. Nosso projeto Identidade e Cultura no Vale do Rio Doce acaba de ser aprovado junto com mais três outros para a nossa cidade através da Lei Estadual de Incentivo á Cultura. GV é a referência como cidade polarizadora destas ações e diretrizes que envolverá nove cidades na região do nosso vale.
Vou dar mais detalhes num próximo post. Para conferir também temos a opção de hoje do DRD, caderno de cultura