quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Identidade e Cultura no Vale do Rio Doce

Sempre acreditei que a história e a cultura de um povo são elementos de coesão e de base essencial para a sua própria existência e desenvolvimento. Nosso Estado, Minas Gerais, é berço exemplar de multiplicidades e singularidades. Guimarães Rosa também empreendeu sua viagem pelas várias Minas para decifrar este mistério único e plural. Drummond peregrinou caminhos diversos e nunca renegou o claro raio ordenador Mineiro que lhe completava. Minas é assim, passando pela riqueza de seu patrimônio Cultural defendida de maneira original e pioneira por Rodrigo de Mello Franco com a criação e direção do SPHAN nos anos 1930 e por tantas mentes e corações geniais que perfazem e delineiam os caminhos da mineiridade. Somos assim, únicos no múltiplo, fonte libertária e conciliadora e templo de construção permanente com bases sólidas.
Estou muito feliz! Explico. Nosso projeto Identidade e Cultura no Vale do Rio Doce acaba de ser aprovado junto com mais três outros para a nossa cidade através da Lei Estadual de Incentivo á Cultura. GV é a referência como cidade polarizadora destas ações e diretrizes que envolverá nove cidades na região do nosso vale.
Vou dar mais detalhes num próximo post. Para conferir também temos a opção de hoje do DRD, caderno de cultura

2 comentários:

Daniel Carvalho disse...

Minas são várias Jaime, é verdade, mas ainda assim o seu povo é único, exclusivo e competente, como grandes personalidades que aqui viveram: Guimarães, Drummond, Dumont e tantos outros.


Abraço
Aguardo detalhes...

Paulinho Manacá disse...

É isso aí Jaime, é assim que se escreve a história do povo de um lugar.
Estamos aí... à disposição!


Abraços!!!